A história de O Liberal

Os donos do grupo Liberal contam com a sua história no novo portal das Organizações Romulo Maiorana. Reproduzo o texto, o mais informativo que divulgaram. Mas algumas observações, com o propósito de contribuir para enriquecer o tema.

O jornal tem 72 anos, 56 da maior propriedade da família Maior, das quais 20 com Romulo Maiorana no comando. Os 36 anos seguintes à morte do fundador da comunicação, o comando esteve com seu filho mais velho, que recebeu o mesmo nome. Romulo Maiorana Jr. não é citado na reconstituição. A cronologia elaborada, a partir de 1986, quando ele foi o principal executivo da corporação, se refere a apenas duas datas: 1993, quando publicada em outra página horizontal, e em 2006, quando passou a utilizar mais uma impressora da época em todo mundo. Ambas Iniciativas de Rominho - polêmicas, aliás.

Em outros pontos, uma história confirmada foi pronunciada pelo caudilho Magalhães Barata ao retomar (em 1959) o poder político no Pará. Retribuindo aos profissionais do jornal, que foi doado por seus correligionários e aliados em 1946, considerou-se uma inexpugnável trincheira, derrotado pelo líder e reagiu aos adversários, após a sua derrota pelo governo, em 1950. Uma era liberal uma cidadela heroica contra agressivos torpes, que está longe de ser verdade. O baixo nível era mútuo e a violência, também. Praticava-se mais política do que jornalismo.

Já na transição do jornalismo de partido, o PSD baratista, para uma fase profissional do Romulo, foi omitidas de importantes informações. A passagem não foi de Barata para o seu seguidor, o coronel Moura Carvalho (que foi prefeito de Belém e governador do Estado). Teve um período de vácuo, não há jornal, tendo o golpe militar de 1964, serviço (contato do empresário) e uma candidatura do major (tenente-coronel para ir para uma reserva) Alacid Nunes, uma As principais criaturas do regime militar (primeiro como governador do estado). Depois de cumprir essa função, o Liberal estava morrendo, quando Ressuscitou, realizando todos os recursos para realizar essa tarefa incrível.

Segue-se o texto do portal.
 

Referência de jornalismo na Região Norte do Brasil, os veículos de comunicação do Grupo Liberal têm uma história rica que se entrelaça a Belém.

15 de novembro de 1946 - Belém, centro da cidade, 16 horas. O Liberal da razão pela primeira vez. Era uma sexta-feira, feriado nacional. Naquela época, ainda não é uma pena de ver os vistos foram financiados por Luiz Gelo de Moura Carvalho para apoiar os governos do PSD, sob uma liderança de Magalhães Barata.

Após a publicação do Jornal, todos os seus sócios são cotados para Magalhães Barata que, desse modo, se faz proprietário de O LIBERAL. Manhã de 20 de junho de 1950 - O jornalista Paulo Eleutério Filho é assassinado dentro do jornal pelo capitão Humberto Vasconcelos, por motivações políticas. O crime contudo, não intimidou O LIBERAL.

15 de junho de 1952 - Edit href = Edit Data de lançamento: 17 de junho de 1952 Hélio Gueiros na função de Redator Chefe. Hélio, deputado federal estadual / federal, senador, prefeito de Belém e governador do Pará era o homem de confiança de Magalhães Barata.

3 de março de 1952 - Um relógio suspenso no prédio do jornal, na rua Santo António. Na calada da noite, seus ocupantes invadem o prédio e “empastelam” o jornal, destruindo parte dos equipamentos. A oposição ao PSD e Lopo de Castro são formalmente acusados. A partir desse episódio, "O LIBERAL" passa a ter o nome do ex-prefeito e passa por um "chamá-lo" de Louco de Castro.

23 de fevereiro de 1954 - Nova tentativa de empastelamento de O LIBERAL. Dessa vez sem sucesso. De 1951 a 1956 O LIBERAL é sua primeira fase como jornal de oposição. Zacharias de Assunção é governador, com apoio da Folha do Norte. Os anunciantes abandonaram o veículo tendo represálias. Os que são ao lado de Barata pagavam anúncios, mas pediam para não publicá-los

1955 - Magalhães Barata volta ao poder e proclama O LIBERAL “fortaleza inexpugnável”. Os anunciantes retornam.

Golpe de 1964 - Hélio Gueiros é preso no jornal publica foto da mesa do Redator-Chefe vazio. O jornal apoia uma indicação de Jarbas Passarinho ao Governo do Estado.

1964 - Nova crise financeira é publicada sobre o Jornal ea coluna de Ibrahin Sued - uma novidade na imprensa local - é cancelada.

1964 — O colunista Pierre Beltrand e o empresário Romulo Maiorana deixam o jornal. RM atuava no Departamento Comercial.

21 de fevereiro de 1966 — Em sua coluna no jorna “Folha do Norte”, Romulo Maiorana informa que o general Moura Carvalho reassumiu o controle de O LIBERAL e promoveria mudanças que nunca vieram.

2 de maio de 1966 — O jornalista Romulo Maiorana e sua esposa Sra. Déa Maiorana, compraram o jornal. O jornalista anuncia a chegada de um novo tempo para O LIBERAL.

1966 — Até então, a única mulher a trabalhar na empresa era a jornalista Maria das Neves Seixas.

1º de maio de 1966 — O LIBERAL dispunha de apenas dois linotipos e de uma impressora plana “IGoss”. Três anos depois já eram 12 linotipos e uma impressora Walter Scott que imprimia o título em azul.

31 de janeiro de 1972 — Romulo Maiorana Jr. acionou o botão que fazia funcionar a impressora Off-Sett. No dia seguinte, a cidade conheceu um jornal absolutamente novo, com impressão de altíssima qualidade.

1982 — O LIBERAL entra definitivamente na era da informática. A Redação recebe computadores e o próprio Romulo Maiorana seleciona os jornalistas que deveriam usá-los. O critério era a qualidade do texto.

1984 — O que já era novo, em dois anos vira peça de museu. Os disquetes magnéticos são substituídos pelo sistema online.

23 de abril de 1986 — Luto em O LIBERAL. Morre, aos 64 anos, o jornalista Romulo Maiorana.

31 de janeiro de 1993 — Uma revolução toma conta do jornal: o jornal de domingo trazia fotos coloridas.

2006 — O LIBERAL faz história mais uma vez: é adquirida a máquina Uniset Full Collor, até então inédita na América do Sul. Com forno secador, imprimia o jornal 100% colorido. Até então, apenas Dubai possuía recurso similar.

2018 — Começa uma nova fase editorial em O LIBERAL, com mudança completa na diagramação e Projeto Gráfico do jornal. É lançado o portal This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

oliberal.com é o portal de notícias do Grupo Liberal. Suas notícias são veiculadas nas mídias sociais de oliberal.com.

Rádio Liberal

A Rádio Liberal é dividida em AM (900 kHz) e FM (Belém 95.5; Castanhal 94.1; Soure 104.7) e faz parte do Grupo Liberal, sendo referência de jornalismo e entretenimento no Pará.

TV Liberal

A TV Liberal é uma emissora paraense, pertencente ao Grupo Liberal, sediada em Belém do Pará, afiliada à Rede Globo.

Somos uma Rede com 9 emissoras (Belém, Castanhal, Marabá, Paragominas, Parauapebas, Itaituba, Redenção, Tucuruí e Altamira), cobrindo 80 municípios do Estado do Pará, alcançando cerca de 6 milhões de telespectadores.

A TV Liberal exibe uma programação padrão da Globo, mas também teve como conteúdo regional os seguintes programas locais:

Bom Dia Pará (Seg. A Sex. Às 6h);

Jornal Liberal 1ª edição (seg. A sáb. Às 12h);

Globo Esporte (seg. A sab, às 12h45);

Jornal Liberal 2ª edição (seg. A sáb. Às 19h10);

É do Pará (sábado, 12h);

Comunidade Liberal (domingo, às 7h).

Expediente

Fundador: Romulo Maiorana.

Presidente: Lucidéa Batista Maiorana.

Presidente Executivo: Ronaldo Maiorana.

Vice-Presidente: Rosângela Maiorana Kzam.

Diretora Comercial: Rosemary Maiorana.

Editor-Chefe: Lázaro Moraes.

Editor-Executivo Digital: César Modesto.


Print   Email